Look Rica de Marré com Camiseta mony mony

T-shirt da mony mony
Para quem ainda não viu, a linda e adorada blogueira Gabriela Sales do Blog Rica de Marré montou um look do dia com a t-shirt ‘Let It Be’ da mony mony (nova coleção) e postou no instagram. Ficou a nossa cara! Adoramos!
Detalhe da nossa t-shirt linda com aplicações de pedrarias:
Camiseta da mony mony 'Let It Be'. Look Rica de Marré.

Camiseta da mony mony ‘Let It Be’. Look Rica de Marré.

Sigam o instagram da mony mony, fotos inéditas e super legais.

Para conhecer o blog Rica de Marré acesse: www.ricademarre.com.br. Quer saber mais a respeito da mony mony? Dá play no vídeo abaixo e descubra tudo sobre o nosso universo de inspiração!

Veja mais detalhes da camiseta ‘Let it Be’ da mony mony e conheça todas as nossas t-shirts estilosas acessando aqui.

Etiqueta mony mony

Etiqueta mony mony

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Muita gente já deve ter visto essa imagem que andou circulando pela internet e redes sociais. Trata-se da foto de uma peça de roupa com uma etiqueta de tecido tradicional, que é comparada á um cactus. Quem nunca teve que cortar a etiqueta da roupa porque era um incômodo insuportável?
A nossa etiqueta é estampada e, além de ser confortável, tem a nossa cara, o nosso desenho personalizado. Na mony mony todos os detalhes, todos mesmo, são muito bem pensados para que você se apaixone pela sua t-shirt.
Apaixone-se agora!

Dior not War – por Felipe Pondé

Camiseta Feminina mony mony

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filósofo pop Luíz Felipe Pondé conheceu as t-shirts da mony mony há cerca de 10 dias. O nome da marca é em homenagem á sua irmã, Mônica Pondé. Inspirado pela t-shirt Dior Not War (ele foi inspirado por ela, não escreveu propriamente sobre a t-shirt), escreveu para a sua coluna no jornal Folha de São Paulo:
“Dior não guerra.” Vi esta frase numa camiseta. Lembra a clássica dos anos 60: “faça amor, não faça guerra”. Melhor do que a bobagem com o rosto do assassino mais chique da América Latina, o Che.
O que me encantou na frase é que a Dior representa –ou qualquer outra marca– a capacidade humana de produzir riqueza como forma de civilização, em vez de nos matarmos. Todo mundo sabe que riqueza material não é apenas riqueza material.
O que aborrece no Brasil é que ainda não entendemos que a riqueza da qual falam autores como Adam Smith (filósofo moral, e não um guru do egoísmo como alguns pensam por aqui) não é apenas material, mas moral e existencial.
Outro dia vi numa dessas cidades históricas mineiras maravilhosas um grupo de jovens, como cara de anos 60 extemporâneos, que falavam barbaridades contra o capitalismo, todos munidos de iPhones e iPads, registrando tudo a sua volta. Ignorantes, parecem pensar que toda esta tecnologia, que vai de celulares a cirurgias cardíacas, caem do céu. Não, tudo custa, e muito.
Recentemente li na revista “The Economist” duas matérias muito interessantes. Uma primeira falava de como o crime comum (roubos, assassinatos e similares) tem caído significativamente em países ricos, como EUA, Reino Unido e Alemanha, mesmo em cidades grandes como Nova York e Londres.
Não se trata apenas de mais punição, mas sim de um conjunto de elementos que passam por polícia mais equipada e treinada (o que não quer dizer mais violenta), tanto preventiva quanto científica. Crianças em boas escolas e ocupadas principalmente quando as famílias são mononucleares (só um dos pais), ruas limpas, estradas bem feitas, hospitais eficientes, transporte público operacional, vizinhos ativos no cuidado com seu bairro (quem não come nem dorme não pode ser um vizinho assim). Enfim, tudo que custa muito dinheiro.
Noutra, sobre Cuba, falava-se da luta das pessoas para poderem comprar e vender coisas e terras sem ter apenas o Estado como “parceiro” de negócios. E como isso é visto como um milagre dos céus. E ainda tem gente chique no Brasil que acha Cuba um “experimento” a ser levado a sério. Que horror!
E aí passo a um livro que recomendo a leitura para quem quiser pensar no mundo livre do neolítico –o socialismo, levado a sério por muitos de nós, é puro neolítico. “Why Nations Fail, The Origins of Power, Prosperity, and Poverty”, de Daron Acemoglu, professor de economia do MIT e James A. Robinson, cientista político e economista, professor de Harvard.
Por que muitas nações são pobres, miseráveis, atrasadas, enterradas em crime e fome? Causas geográficas? Culturais? Religiosas? Étnicas? Não.
A diferença está num modo de organização política e social específico que cria condições para as pessoas buscarem livremente seus interesses. Democracia liberal, igualdade perante a lei e garantias de que as pessoas podem agir livremente no mercado de trabalho e de produtos. Numa palavra, sociedade de mercado. Foi isso que derrotou o comunismo, mas muitos já esqueceram.
Infelizmente entre nós, ainda se pensa que isso seja simplesmente um modo cruel de viver, negador da “solidariedade” e defensor da “ganância”. Muito pelo contrário: é só a riqueza que torna a solidariedade possível, não há solidariedade na pobreza, isso é mito.
Apesar de as indicações históricas serem evidentes, ainda insistimos em não entender que a sociedade de mercado (longe de ser perfeita) dá ao ser humano a liberdade necessária para cuidar da sua vida e se tornar adulto.
Só dessa forma as pessoas entendem uma coisa óbvia que o economista Friedrich Hayek pensava. Quando perguntarem a você o que é a economia, a resposta certa é: a economia somos nós! E não algo planejado por “cabeções” teóricos que controlam a vida dos outros, como pensava John Maynard Keynes.
Mas, os políticos adoram Keynes porque sua teoria os faz parecer responsáveis pela riqueza, quando na realidade quem produz riqueza somos nós em nosso cotidiano, quando nos deixam em paz. Keynes é a servidão, Hayek, a liberdade.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2013/08/1321682-dior-not-war.shtml
Agora conheça o sucesso da T-Shirt “Dior not War” da mony mony

mony mony: Como usar a sua t-shirt

Como usar sua monymony

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t-shirt que antes era usada apenas como uma peça pra complementar o visual, hoje em dia é peça chave de qualquer guarda roupa.
É a peça de roupa que mais fala sobre a sua personalidade. Escolher a estampa que estará no seu corpo não é por acaso.
Às vezes é bom ter uma ideia na hora de montar uma roupa diferente da usual, e as t-shirts são perfeitas para isso. Aqui vai uma dica preciosa da mony mony: as camisetas podem ser usadas com tudo! Com saias, calças, shorts e até vestidos!
A dupla clássica também não pode ficar de fora: t-shirt + calça jeans. No caso de a calça ser mais larguinha para dar um ar mais casual, opte por blusas mais justas. Caso a calça seja justa, a camiseta pode ser mais larga, para não marcar muito.
Aproveite e conheça agora todas as peças da mony mony
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Geek is Chic – Camisetas Femininas

Geek is Chic

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Geek é uma gíria inglesa que se refere a pessoas peculiares ou excêntricas, obcecadas por tecnologia, eletrônica, jogos eletrônicos ou de tabuleiro etc.
A definição de geek mudou consideravelmente ao longo do tempo e já não há um significado definitivo. Em uma entrevista em 2007 ao Colbert Report, Richard Clarke disse que a diferença entre nerds e geeks é “geeks fazem acontecer”. Geek is Chic Adeptos da doutrina geek definem o termo como um “técnico, doutor, autodidata, apaixonado pelo que faz e pelo que entende”.
Um geek pode ter diferentes gostos e interesses, que podem ser classificados em algumas categorias: fãs de games, fãs de computadores, fãs de séries e de ficção científica, mangás, etc.
A expressão só adquiriu contornos positivos quando a tecnologia ganhou status de poder liberador. Anteriormente, na maior parte do tempo, os geeks ficavam confinados em sua casa pesquisando e aprendendo sobre novas tendências tecnológicas, sem possuir amigos e uma vida social. Entretanto, com o passar do tempo, cada vez mais as diversas tecnologias começaram a ficar disponíveis para a população como um todo, fazendo com que os geeks ganhassem mais espaço e voz. Portanto, essas pessoas viciadas em tecnologia começaram a interagir com outras pessoas em geral, desta maneira, ampliando sua vida social.
Veja algumas das características que podem indicar que existe em geek dentro de você:
– é inteligente
– gosta de Star Wars, Star Trek;
– cita Mestre Yoda;
– usa Linux ou outro sistema operacional;
– gosta de jogos no computador e jogos lógicos;
-curte a cultura japonesa, como ver animes, ler mangás;
– sempre compra pela internet;
– curte ficar em casa vendo filmes e no computador;
– gosta de desenvolver aplicativos;
– gosta de tudo relacionado a tecnologia eletrônica;
– tem dificuldade de escrever manualmente de tanto que digita.
Se por algum acaso você não se identificou com nenhuma característica de geek descrito acima, leia novamente e pense bem nos seus hábitos e gostos, pois todo mundo tem um pouco de geek dentro de si!
Tem coisa mais chic do que ser inteligente e estar sempre atualizado?

Camiseta All You Need na Loja Online Feminina

All You Need

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uma referência clara e homenagem à música All you need is Love dos Beatles (composição de John Lennon e Paul McCartney) nós levantamos a bandeira do amor (inclusive com a nossa outra t-shirt Em caso de Amor), porém, também resolvemos refletir um pouco sobre o que queremos da vida, além de muito amor, obviamente.
Uma música nacional compartilha muito bem esse sentimento: a música Comida dos Titãs (composição de Arnaldo Antunes/ Marcelo Fromer / Sérgio Brito) fala muito bem sobre isso, quando diz que a gente não quer só comida! A gente quer muito mais, diversão, arte, amor, prazer, dinheiro, felicidade, tantas coisas que fica difícil resumir aqui, o que é bem característico da inconstância humana que propaga uma eterna necessidade de algo a mais.
Um dos objetivos da nossa t-shirt All you Need é refletir sobre esses anseios do ser humano, vontades que não se resumem mais somente ao sustento do corpo, mas psicológicos, espirituais, anseios mais subjetivos. Não queremos só comida e água, queremos algo mais, queremos criar e usufruir, queremos ser felizes. Um dos direitos inalienáveis é o do acesso a cultura e ao lazer, pois é assim que nos humanizamos, que percebemos no outro, que criamos e transformamos a nossa realidade social de forma dinâmica e criativa. Por isso, a estampa ALL YOU NEED da mony mony quer dizer para o mundo um pouco do que queremos, apesar de nossos anseios não terem fim!
Viva com algo mais, com o melhor de você!
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T-SHIRT Em Caso de Amor

T-shirt mony mony

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m 2009 começaram a surgir nas ruas movimentos com o intuito de valorizar o amor, em uma sociedade em que cada vez mais o individualismo se faz presente e as demonstrações de amor, carinho e afeto são tidas como sinais de fraqueza. A mony mony apóia totalmente esse sentimento, e em homenagem a esses movimentos criou a sua própria frase e t-shirt: em caso de amor, acredite por favor. O amor está aí, e ele revoluciona.
Em Caso de Amor (blog)Essa idéia não é mais uma dessas que surgem em prol de um bem individual, é em prol de um bem coletivo, um pensamento bom que reproduz o sentimento que pessoas querem transmitir a outras, desconhecidas, pessoas. Em 2009 começaram a ser vistos pelas ruas de São Paulo a frase “o amor é importante, porra” pichadas nos muros. A frase é um misto de desabafo, constatação e exigência. Na internet, blogs, fotologs e flickrs comentam a proliferação da declaração anônima pela cidade e trocam pistas a respeito da identidade do pichador. “É uma lenda urbana. Ninguém conhece”, garante a blogueira e fotógrafa Adelaide Ivánova, 26, que fez uma campanha na web para identificar o responsável. Sem sucesso. Espécie de “muso inspirador” – por conta do emblemático “te amo, porra”, imortalizado pelo filme “Eu Te Amo” (Arnaldo Jabor, 1981) -, o ator Paulo César Peréio, 68, sente-se homenageado com a multiplicação de recados românticos pela cidade. “Sou da contracultura, adoro as pichações. Tomara que elas continuem nas ruas.”Em Caso de Amor (blog)
Contudo, a frase não é tão nova ou original quanto parece em um primeiro momento. O músico Arrigo Barnabé tem uma música no disco Cidade Oculta de 1986 chamada “Pô, Amar é importante”. E “pô” é uma contração de “porra”. Ou seja: mais de 20 anos antes essa frase já tinha sido pensada e transformada em arte em São Paulo.
O movimento “Mais amor por favor” foi criado por Ygor Marotta em São Paulo. A intenção era a de tentar despertar a atenção das pessoas sobre o que há de mais belo: o amor. Originou-se na rua, a partir de “tags” em telefones públicos. Dias depois estava pixado nos muros da cidade. É um pedido, em meio a toda agressividade, indiferença e velocidade de uma metrópole como São Paulo, como o Brasil. Uma proposta que tenta fazer com que o observador se surpreenda com o conteúdo da frase inserida no âmbito urbano, reflita por um tempo, ou pelo menos abra um sorriso no momento da leitura e passe adiante a mensagem.
Bom, vamos comunicar o amor, porque o amor está faltando…
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Ref.: Revista da Folha (Pintou o amor, por Letícia de Castro – http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf0706200903.htm)

Conversinha Fashion – Dicas t-shirts

Camiseta mony mony

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conceituado blog Conversinha Fashion da querida Amanda Medeiros fez um post falando sobre as t-shirts da mony mony. Ficou incrível, e relata muito bem o que é o espírito da mony mony e a qualidade das nossas t-shirts. Para ver o post completo, basta acessar: Blog Conversinha Fashion
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