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ecentemente, a mony mony lançou a seguinte questão aos nossos seguidores da rede social Google Plus:
“Vivemos em um mundo altamente conectado, onde a ligação real entre as pessoas parece ter ficado esquecida e a necessidade de uma conexão virtual passou a vigorar. A mony mony quer saber: o que você acha disso? Há algum problema?”
As respostas variaram muito. Uma seguidora afirmou que os professores estão com os dias contados.Outra seguidora disse que devemos nos preocupar com as crianças, pois elas já possuem muita dificuldade para se relacionar uma com as outras e agora só querem ficar “enterradas” nos celulares!
Estamos em horário de almoço, ele não come , mas o celular está conosco. Estamos em um evento social, o fiel companheiro smartphone não nos abandona. Estamos com dúvida se vai chover, olha lá um aplicativo muito útil – no celular, é claro – opinando sobre a umidade do ar. Precisamos pagar uma conta, fila do banco? Tudo é resolvido com o celular, quer dizer, smartphones. Até quando usaremos a palavra celular?
Isso sem falar em outras coisas como “será que tem blitz policial na rua XYZ?”
Ao que tudo indica, há um horário do dia em que isso (a nossa tara) fica ainda mais evidente. A gente mal deita na cama e é como se a mãozinha (ou o dedinho) começasse a coçar. Na época dos nossos avós eles diriam “é dinheiro, é um sinal que o dinheiro está a caminho”. Tá! Muita gente ainda diz isso hoje em dia. Só que, curiosamente, parece que as atualizações no instagram estão valendo mais. Tem gente que já viu o Facebook de cabo a rabo há poucos minutos, mas não se contenta em dar uma última espiadinha para ver se alguém não acabou de postar algo novo. Não sabemos o que é mais engraçado. Os aficionados do celular ou aquelas pessoas que apertam a tecla F5 (refresh) em seus computadores, para atualizar a página e checar se não aparece algo super atual.

A Era dos Smartphones. Será que estamos tão vidrados, ou melhor, viciados assim?

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